Cinema #12 - A Origem dos Guardiões!



Papai Noel (Alec Baldwin) e o Coelho da Páscoa (Hugh Jackman) reúnem um grupo de seres folclóricos, como Jack Frost (Chris Pine) e a Fada do Dente (Isla Fisher), para combater o Bicho-Papão (Jude Law), que tenta fazer com que o mundo viva em sombras eternas.
















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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★★★


Apresento-lhes um novo universo, mágico, encantador e com um toque inacreditável de esperança. A Origem dos Guardiões, animação da DreamWorks, é aquele típico filme que você se apaixona, logo com as primeiras cenas. Com personagens marcantes, tendo seus significados profundamente intelectuais, ele transmite mensagens altamente esperançosas, que nos fazem sonhar, rever nossa infância e acreditar naquilo que muitos esqueceram: A Esperança.

Nessa aventura inspiradora, retornamos a nossa infância, onde acreditamos no papai-noel, coelho da páscoa, fada dos dentes, sadman e muitos outros mitos que nossos pais, desde pequeno, já nos ensinava a acreditar. Temos aqui uma mistura perfeita entre realidade e ficção, onde atos cotidianos ganham uma tonalidade mais mística e desenvolvida, dentro de um universo fictício totalmente apaixonante. 


Jack Frost, um dos mitos mais esquecidos, tornar-se a central de todo o enredo. Sendo ele um personagem tão humano quanto qualquer leitor que esteja vendo essa crítica, Jack busca apenas saber, quem ele é? Para que exatamente foi criado? Que destino o aguarda? 

Assim como qualquer adolescente, ele busca se alto compreender, claro, só tendo uma pequena diferença, ele não é visto por ninguém a não ser por seres mitológicos  Ele é invisível para todas as crianças, e isso o deixa preso uma solidão. Dentre todos os Guardiões, ele é o único que não tem um ponto de fantástico  A primeira vista ele parece apenas um garoto "normal", confuso e perdido na solidão. Esses tipos de personagem geralmente me fascinam, pois encontro mais humanidade neles do que nos próprio seres humanos. Eles se tornam dotados de sentimentos e emoções, geralmente guiados a uma fama por suas próprias ações durante todo o filme. 

As lutas são eletrizantes, apesar de parecer bastante infantil. Quando vi o cartaz achei ser muito para criança, e não me interessei, até ver o trailer e depois receber algumas boas indicações. No fim, o filme não traz consigo uma indicação ao certo. Ele serve na verdade para transmitir uma mensagem muito adorável  a Esperança, sentimento que deve existir, até nos momentos mais obscuros. É um dos pontos mais encantadores que encontrei. Esse misto de fundir personagens tão reais com a dura realidade da vida. 

 




Dentre todos os meus personagens, os meus favoritos foram Jack e o Sandman, eles são os com mais características humanas. O interessante no Sadaman é que ele traz um memorial aos deficientes da fala, e a forma como incorporaram isto a um personagem, que mesmo sem dizer uma só palavra durante todo o filme, fez tantas pessoas se apaixonarem por ele, traz aquela velha sensação que só os filmes mais antigos tinham a capacidade de transmitir. A animação por completo deixa passar que não precisamos ser perfeitos, que todos temos nossas próprias características e que no fim, o que importa, é quanto acreditamos em nós mesmo.





 

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