Cinema #18 - Os Croods!



Família pré-histórica precisa achar um novo lar quando sua caverna é destruída. Liderados por Grug (Nicolas Cage), só não imaginavam que sair das cavernas ia render a maior aventura de suas vidas.




















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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★★★


Impossível de não se apaixonar e dar umas boas gargalhadas com essa galera aqui viu. Você começa assistindo o filme, imaginando, será que vai ser realmente promissor, e no começo sinceramente achei que não seria, mas ai, os personagens vão se mostrando, a história vai te envolvendo e quando menos espera, está lá, envolvido pelo enredo, dando altas gargalhas com Grug e sua família.

O filme se baseia na história de Eep, uma mulher das cavernas, que cansou de ter medo e quer inovar, evoluir e busca um futuro onde sua vida não se prenda apenas a dormir e caçar, e sempre retornar a uma caverna escura e fria. Já percebemos logo no começo que a protagonista tem um tom de desafio bem próprio seu. Eu diria que ela me lembra muito a Valente, (lá da animação da Disney), principalmente porque a dubladora é a mesma, mas não só por isso. Ela tem aquele toque de garota destemida, sem frescura (e eu sei, ela vivia na idade das cavernas), mas me refiro de não ter aquele jeito feminino que você provavelmente vai notar na mãe dela. Ela quer ser livre, caçar como os garotos e sair por ai, sem ter medo de enfrentar o mundo. E isto é uma das suas características mais legais e notáveis, porque ela não hesita nas inovações. 




A animação tem seus méritos também na questão cenário. Assistindo aqui em casa mesmo, fiquei pensando o quanto seria incrível vê em 3D (fica a dica, claro), penetrar nas selvas mais escuras ou mergulhar no mais profundo e azulado mar. Eles deram uma caprichada bem mais profunda no tema céu. Admito que fiquei encantado com o momento em que eles vêem as estrelas pela primeira vez. É tão realista que quase me senti assistir As Aventuras de Pi (Tem resenha aqui >> x) outra vez.

A diversão é garantida por todos os personagens, mas claro, sempre existem aqueles que se destacam bem mais, como no caso de Tucker, o irmão de Eep, a avó dela, sua irmanzinha Sand e não podemos esquecer do querido e fofo Braço, a preguiça-cinto de Guy, nosso homem filosófico e racional. 


O interessante é que o filme passa de forma discretas umas formas bem engraçadas de como surgiu diversos objetos que hoje em dia necessitamos muito, apesar de claro, não serem reais. 

Posso dizer pessoalmente que gostei muito da animação. Não é uma Pixar, evidentemente, no entanto, é tão boa quanto qualquer uma. O romance que inseriram ficou muito meigo. Adorei principalmente a Eep e Guy.
Com toda certeza seria uma animação que eu iria assistir. Mas por favor, não vamos esquecer da minha parte favorita do filme:

 



 

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