Cinema #15 - Oz: Mágico e Poderoso!



Diretor: Sam Raimi
Produção: Joe Roth
Roteiro: Mitchell Kapner, David Lindsay-Abaire, baseado na obra de L. Frank Baum
Fotografia: Peter Deming
Trilha Sonora: Danny Elfman
Duração: 128 min.
Ano: 2013
País: EUA
Gênero: Fantasia
Cor: Colorido
Distribuidora: Disney
Estúdio: Roth Films
Classificação: Livre
As origens do personagem de L. Frank Baum, o Mágico de Oz. Quando Oscar Diggs (James Franco), um inexpressivo mágico de circo de ética duvidosa é afastado da poeirenta Kansas e acaba na vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande, até encontrar três feiticeiras, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão convencidas de que ele é o grande mágico que todos estão esperando. Relutantemente envolvido nos problemas épicos que a Terra de Oz e seus habitantes enfrentam, Oscar precisa descobrir quem é bom e quem é mau antes que seja tarde demais. Lançando mão de suas artes mágicas por meio da ilusão, ingenuidade e até de um pouco de magia, Oscar transforma-se não apenas no grande e poderoso Mágico de Oz, mas também em um homem melhor.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★★★

Oscar Diggs (James Franco) trabalha como mágico em um circo itinerante, é bastante egoísta, mas é seu envolvimento com mulheres que o acaba levando para uma mágica aventura na Terra de Oz. Chegando lá, ele conhece a bruxa Theodora (Mila Kunis), que o apresentar para a irmã Evanora (Rachel Weisz). Acreditando que estaria fazendo um bem para a população local, ele decide enfrentar a bruxa Glinda (Michelle Williams), mas descobre que ela lembra um amor do passado e seu comportamento em nada se assemelha ao de alguém realmente malvado. Dividido entre saber quem é do bem e quem é do mau, Oscar se depara com um lugar rico em belezas, cheio de riquezas, estranhas criaturas e também mistérios. Vivendo este conflito, o ilusionista vai usar sua criatividade para salvar o tranquilo povo de Oz das garras de um poderoso inimigo. Para isso, contará com a inusitada ajuda de Finley, o macaco alado, e uma menina de porcelana.
Eu poderia tentar descrever como o cenário é magnífico, e quão criativos são os ângulos de câmera, e comentar os detalhes da produção, como o elenco e a trilha sonora (essa, inclusive, merece atenção especial: O trabalho de Danny Elfman foi a cereja do bolo do longa) dentre outros fatores técnicos. Mas vou pedir licença para comentar o que mais me chamou a atenção: Sua mensagem. 




Todo mundo que assiste a qualquer filme, sai de lá com sua própria interpretação, e essa foi a minha: É preciso acreditar.

Acreditar que conflitos podem ser resolvidos sem violência, que palavras podem ser a causa tanto de grandes maldades como de grandes maravilhas. Que coisas fantásticas são realizadas por pessoas comuns, se elas apenas explorarem seus talentos e acreditarem que podem. E principalmente, acreditar que não é preciso uma magia de outro mundo para fazer algo grande. Foi isso que aquele mágico de parque fez, como uma pequena ajuda da bruxa boa, mas principalmente com pessoas normais como fazendeiros e costureiras. Magia sem mágica. E não é isso que eles fazem no cinema, 


Autor: Juli Azevedo

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