Cinema #43 - As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian!



Tempos depois, Nárnia precisa novamente da ajuda dos irmãos Pevensie contra a dominação dos telmarinos, que baniram os animais falantes e as criaturas mitológicas. Eles são invocados pela trompa mágica de Susana (Anna Popplewell) e, ironicamente, Caspian (Ben Barnes), legítimo herdeiro desse povo, clama pelos reis em nome da antiga magia de Nárnia.













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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★☆


Com outra imbatível produção, As Crônicas de Narnia retornam ao cinema, com mais efeitos especiais e mais aventura, fazendo os fãs pirarem em outra adaptação recheada de semelhanças com os livros.



Neste segundo volume, Pedro, Suzana, Edmundo e Lucia estão de volta a Narnia, após receber um estranho chamado. Mas as coisas mudaram durante o ano em que estiveram fora. Não só se passaram milhares de anos, como também, a antiga Narnia foi praticamente extinta e modificado. Os Telmarinos, invadiram e agora o atual rei, Miraz, quer matar o único empecilho que lhe impede de tomar o reino totalmente para si: seu sobrinho, Caspian X, príncipe e rei por direito ao trono. Agora, os reis e rainhas do passado vão se juntar com o rei do futuro para salvar Narnia e restabelecer a ordem e a paz.

Diferentemente do anterior, este filme não teve aquele Q de igualdade com o livro. Na realidade, existe uma diferença cronológica nos acontecimentos de um para o outro, e um acréscimo de cenas, mas isto não retira sua glória ou seu o bom tema. Na realidade, seguindo as mídias, Principe Caspian não rendeu tanto quanto a Disney esperava, e por este motivo, desistiu-se da franquia. Pessoalmente, achei tolice. A adaptação do livro de C. S Lewis ficou tão boa quanto o livro, mesmo com as diferenças. Pelo contrário, para uma adaptação, ficou perfeita. Na realidade, tem até diálogos de igualdade com a obra. Além disso, os efeitos visuais e sonoros estão ainda melhores, e em termo figurino, não deixa a desejar.


Quem rouba a cena aqui é Ben Barnes, nosso Caspian. Sua interpretação é impecável, e ele soube absorver muito bem o personagem, fazendo você crer que ele realmente é o príncipe das histórias. Acho que a única fraqueza é o pequeno romance que acontece entre ele e a personagem Suzana (Anna Popplewell), um fato que não existe, então, temos ai, outro acréscimo, como dito acima. No entanto, nada que venha afetar o enredo central e impedir que o filme não seja prazeroso.



 

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