Cinema #44 - Arthur e os Minimoys!



Gênero: Aventura
Direção: Luc Besson
Roteiro: Céline Garcia, Luc Besson 
Elenco: Chazz Palminteri, David Bowie, David Combes. na versão norte-americana de: Robert De Niro, Emilio Estevez, Freddie Highmore, Harvey Keitel, Jimmy Fallon, Madonna, Mia Farrow, Penny Balfour, Snoop Dogg, Toinette Laquière 
Produção: Luc Besson 
Fotografia: Thierry Arbogast
Arthur (Freddie Highmore) é um menino de dez anos que, numa tentativa de evitar que a casa de sua avó seja demolida, procura um tesouro escondido no mundo dos Minimoys, onde as proporções são reduzidas e existe harmonia entre os seres e a natureza.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★☆


Arthur e os Minimoys não é apenas uma aventura emocionante que toda criança vai adorar, como também, é uma boa animação em 3D que mistura tanto fantasia, quanto romance.

Arthur é apenas uma criança de 10 anos, mas já tem muito que pensar. A casa de sua amada avó, onde mora, está prestes a ser tomada por uma construtora devido a um saldo devedor que sua família tem que pagar. E apesar de as esperanças estarem perdidas no reino da realidade, no reino da fantasia, ainda pode haver uma chance de se salvar. Seu avô, desaparecido há muito tempo, estava a procura de um valioso tesouro, que está escondido em seu quintal, na terra dos famosos Minimoys, criaturinhas minúsculas e mágicas que habitam um dos 7 reinos do universo. Então, decidido, Arthur, resolve sair nessa busca, sendo encolhido com ajuda de magia, para a forma de um Minimoy. Sua missão é encontrar o tesouro para salvar sua casa. Mas essa busca está longe de ser apenas fácil. Lá, na cidade dos Minimoys, Arthur vai encontrar-se com a famosa princesa Selenia e seu irmão Betameche. Juntos, os três estarão dispostos a ajudar um ao outro, seja para acabar com reinado sombrio de um perigoso monstro conhecido como Maltazard, ou para auxiliar Arthur em sua busca pelo tesouro.



O filme não possui muitas filosofias internas, pelo que pude perceber. Para ser sincero, o que realmente gostei, foi o fato de juntar animação com atores de carne e osso, coisa, claro, que não é muito inovadora, mas que realmente cativa. Para ser mais sincero, o que me atraiu a este filme foi presenciar que o ator Freeddie Highmore (do meu filme favorito A Arte da Conquista) estava presente. Isso já foi um grande ponto positivo ao seu favor. No entanto, enquanto as cenas se procediam, eu fui gostando do enredo também, apesar de ser bastante infantil. Pela impressão que tive, os diretores implantaram um pouco de obscuridade na história, o que não ficou lá muito chamativo, mas bastante engraçado e atraí um público alvo bem diferenciado. Ainda não acho os Minimoys sejam criaturinhas fofas e bonitas. Eles continuam sendo estranhos para mim, mas admito que me impressionei como tudo se procedeu.

Se tem um ponto realmente inovador, foi o romance entre a princesa e Arthur. Este foi o real motivo de eu ter adorado este filme, não só porque o final não é o que se espera, como também, pelo encaminhamento que o desfecho deu para uma possível seqüência. Não é de se admirar, já que Arthur e os Minimoys é uma série de livros escritas pelo francês Luc Besson e pela francesa Céline Garcia.


Por fim, é uma ótima animação para se apreciar numa tarde de tédio, ou no domingão, seja para assistir uma boa aventura fantástica, ou apenas para se divertir.



 

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