Resenha #49 - A Viagem do Peregrino da Alvorada (As Crônicas de Nárnia Vol 5)!



Coleção: As Crônicas de Nárnia
Título: A Viagem do Peregrino da Alvorada
Autor: C.S. Lewis
Editora: WMF Martins Fontes
Edição: 4
Ano: 2010
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 232 páginas
ISBN: 978-85-7827-353-8
O Peregrino da Alvorada é o primeiro navio que Nárnia viu em séculos. O rei Caspian o construiu para sua viagem em busca dos sete fidalgos, homens de bem banidos por seu tio, o perverso Miraz, quando usurpou o trono. A viagem conduz Edmundo, Lúcia, seu primo Eustáquio e Caspian aos Mares Orientais, para além das Ilhas Solitárias, a grandes e pequenas aventuras e rumo ao país de Aslam, no Fim do Mundo.

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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★☆☆☆


Neste volume, retornamos ao tédio e ao desapego a série escrita por C.S Lewis. O livro não só é tedioso e totalmente improdutivo, como também, não cativa a leitura, deixando-nos com uma impressão bem negativa do universo Narnia.

Lucy e Edmundo estão passando uma temporada na casa de seu odioso primo Eustáquio Mísero, e apesar de estarem odiando isto, as coisas podem melhorar. Ou não. Quando um chamado repentino leva os três para Narnia, tanto Lucy quando Edmundo sabem que uma nova e perigosa aventura aguarda eles. Desta vez, juntamente ao rei Caspian, as crianças irão navegar pelos mares de Narnia, a bordo do Pelegrino da Alvorada, em busca dos sete fidalgos perdidos. Mas um novo e poderoso inimigo começa a se apresentar, e dependerá apenas deles restabelecer o equilíbrio outra vez.

Acho que quase todos nós temos um país secreto, que, para a maioria, é apenas um país imaginário.” – (A Viagem do Pelegrino da Alvorada, pag: 404)

Esse livro eu só não achei chato, como também imaginei que o autor poderia ter o narrado diferentemente. Aqui, vemos um lado mais arcaico de Lewis, diferenciando sua escrita do último volume falado, Principe Caspian. Pessoalmente já imaginava que não fosse gostar. Mesmo o enredo de A Viagem do Pelegrino da Alvorada sendo muito bom (porque realmente é), já sabia que a leitura seria tediosa e cansativa. Não só porque alguns pontos da história são bem previsíveis (tipo a luta entre Caspian e Edmundo, ou a inveja de Lucy de sua irmã, Suzana), como também, trás novos personagens, que não encantam o leitor, como o primo Eustáquio. Sem contar que é o maior livro de Narnia. Já havia assisto ao filme e ambos não me agradaram. De tudo isso, salvo o pequeno rato Ripchip que não só foca as melhores cenas, como também trás um ar mais cômico para a história, dando ao livro algo para ser suportável.

Não vou dizer que me decepcionei, porque, como falei acima, já imaginava que fosse ser assim, mas me preocupo com o próximo volume, pois As Crônicas de Narnia é uma série forte que acaba apegando-se ao leitor, não deixando que ele desista, então, apesar de tudo, eu recomendo a leitura de A Viagem do Pelegrino da Alvorada, mesmo não tendo tido uma experiência muito positiva. Pode ser que você, leitor, tenha uma leitura mais suave e legal.



 

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