Cinema #54 - O Hobbit: Uma Jornada Inesperada!




Bilbo Bolseiro terá de enfrentar uma jornada épica para retomar o Reino de Erebor, terra dos anões que foi conquistada há muito tempo pelo dragão Smaug. Com o apoio do mago Gandalf e um grupo de 13 anões, liderados pelo lendário guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho, Bilbo terá grandes desafios contra os poderosos Goblins e Orcs, além do traiçoeiro Gollum. Neste caminho, ele ganhará a posse do "precioso" anel, que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que não poderia imaginar.







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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★★☆


Nunca vi um filme com tanto monstro feio e bizarro, e acredite, os personagens deste longa com certeza ganham no termo grotesco, mas o ponto alto não está no enredo em si, contudo, na maneira que o autor e o diretor empregaram para formar personagens altamente marcantes que não lutam usando força física, mas seu intelecto.

Hobbit é uma criatura muito pequena, menores que anões, e eles raramente se arriscam mais do que precisam. Menos quando estamos falando de um hobbit em particular, conhecido como Bilbo Bolseiro. Quando a aventura lhe bate a porta (literalmente) ele a aceita e parte numa busca perigosa para recuperar a terra perdida dos anões, que foi tomada pelo maligno dragão, Smaug. Mas nesta caminhada, perigosos obstáculos os aguardam e Bilbo ficará frente a frente com o mal que nenhum hobbit jamais foi capaz de encontrar.


O filme realmente me surpreendeu. Tinha uma visão bem pior sobre a adaptação, porém, agora vejo o que agradou tantos fãs pelo mundo. A história escrita por Tolkien e adaptada para as telonas mostra-se como algo bobo e infantil, no entanto, quando analisado e visto com atenção pode demonstrar um enredo bem mais sombrio e sangrento. Existem sim partes bem macabras, que o filme em si não se limita a ocultar (e estamos falando decapitação ou perda de membros).

A atuação Martin Freeman (nosso Bilbo), é também algo notável e acredite, eu realmente sou enjoado para acreditar nos personagens, principalmente quando tenho uma visão mais negativa da história em si, por isso, achei a interpretação dele tão boa (principalmente na parte em que ele encontra o anel). Freeman nos faz acreditar que aquilo realmente existe e que Bilbo é sim real. Até porque o personagem também lhe caiu muito bem. Nos pequenos trechos que consegui ver do livro, ele realmente tem semelhança.

Não vamos esquecer também dos méritos nos efeitos especiais e visuais. Com toda certeza a direção gráfica leva cinco estrela, não economizando nos momentos eletrizantes. E os cenários são lindos de morrer. Eles merecem sim direito a aplausos e nota máxima. Já a trilha sonora leva um “legalzinho” porque em alguns momentos achei a musicalidade de fundo, desnecessária, quebrando totalmente o clima das cenas.


Se foi uma boa adaptação, não sei dizer, mas com certeza é um filme que quero ver a continuação, evidentemente após ter visto o final super estimulante deste primeiro volume da trilogia!



 

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