Resenha #72 - Dias de Cão (Diário de um Banana Vol 4)!



Coleção: Diário de um Banana
Título: Diário de um Banana (Vol. 4)
Subtítulo: Dias de Cão
Autor: Jeff Kinney 
Editora: V&R
Edição: 1 
Ano: 2011 
Idioma: Português 
Especificações: Brochura | 218 páginas 
ISBN: 978-85-7683-276-8 
Peso: 320g 
Dimensões: 210mm x 140m 
Férias de verão - o tempo está lindo, e toda a garotada está se divertindo ao ar livre. Onde está Greg Heffley? Dentro da sua casa, jogando videogame com as cortinas fechadas. Greg, um 'caseiro' assumido, está vivendo sua derradeira fantasia de verão- nada de responsabilidades e regras. Mas a mãe do Greg tem uma visão diferente para um verão ideal... muitas atividades fora de casa e 'união da família.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★★☆☆


Abrindo mais um verão loucamente ao estilo Greg Heffley, Dias de Cão é o quarto volume da série Diário de um Banana, novamente recheado de piadinhas que fazem o leitor dar gargalhada do começo ao fim, divertindo-se muito mais com os cartoons do autor.

Greg teve um começo de verão complicado com seu pai, e depois de escapar de uma enrascada sem precedentes, agora é hora de aproveitar suas férias, jogando vídeo-game o dia todo, bem do jeito que adora. Mas este verão em questão pode ser “diferenciado” dos anteriores, principalmente quando sua mãe decide que vídeo-game é algo restritamente proibido de se falar. Terá Greg condições de contornar toda essa maluquice e tornar seu verão algo mais divertido?

A lição que eu aprendi é que algumas pessoas não hesitam em te usar.” (Pág: 4)

Dias de Cão é novamente tão engraçado quanto A Gota d’ Água foi. Na realidade, em minha opinião, foi muito melhor, e o mais engraçado em toda a série até o momento, só perdendo basicamente para Rodrick é o Cara. Kinney fortaleceu os laços com o leitor, reforçando o aparecimento de Greg por toda a obra. Se temos um diferencial aqui, é nos cartoons do autor. As ilustrações antes meio vagas e de fundos transparente começam a ganhar mais liberdade e vida neste volume, não só nas poses dos desenhos, como também propriamente os cenários, o que ilustra muito mais a realidade do personagem para quem está lendo. Pessoalmente algo que eu adorei nesse livro, foi o que tem nas últimas páginas. Kinney montou uma seleção de desenhos e os postou de forma aleatória para que o final do diário representasse uma espécie de álbum fotográfico. Dei muitas risadas com as legendas das fotos e com as fotos em questão. Apesar de toda a infantilidade é impossível passar as 216 páginas sem dar uma única gargalhada ou sem se identificar com o protagonista, até porque, nesse livro em questão, Greg apronta de tudo que você pode imaginar, deixando no fim um acontecimento soltou, que pode levar a uma provável situação complicada nos próximos volumes. Ansiedade é a sensação corretamente certa para descrever o que se senti após finalizar esta leitura!


 

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