Cinema #60 - Pokemon Best Wisher: Genesect com a Velocidade de um Deus, o Despertar de Mewtwo!




A história começa quando o Exército de Genesect escaparam das instalações da Equipe Plasma com a intenção de chegar a sua casa, no entanto, devido à falta de visão e confusão sobre a sua localização, eles são incapazes de distinguir estruturas altas e objetos dos pilares pedra do seu país, o que leva a estes desencadear o caos. Sem nenhum detalhe, o exército de Genesect chega à cidade de Nova Tork e desencadear batalha contra Ash, Pikachu, Iris, Axew e Cilan. Depois de tentar Ash e companhia defender Pokémon Hills, o ataque Genesect para derrubá-los quando inesperadamente surge Mewtwo para detê-lo. Mewtwo diz que quer proteger os pokémon, e transformado em sua nova forma.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★☆☆☆


E vamos a nossa primeira crítica cinematográfica do ano, que não foi nada positiva. Você deve estar pensando: “EBA, MAIS UM FILME DE POKEMON, DESSA VEZ VAI SER MELHOR”. Sou sincero a lhe dizer que não perca seu tempo tentando assisti-lo, não só porque este filme em particular vai contra todo o enredo normal dos filmes anteriores, como também do anime, mas pelo fato de não passar de mais uma mera repetição que os diretores da Nintendo criaram, com intuito de roubar dinheiro dos pobres fãs desesperados.

Ash, Iris e Silon estão seguindo por mais uma cidade, enquanto percorrem seu objetivo na jornada pokemon. Dessa vez, a parada é numa imensa metrópole, cercada de uma vasta área verde, com um grande centro natural bem no centro da cidade. Contudo, essa breve tranquilidade está para ser perturbada. Os Genesect, pokemons fósseis, que viveram a 300 milhões de ano no planeta, foram ressuscitados pelas mãos dos cientistas. Mas sendo eles animais livres, acabam se deparando com o grande progresso humano e não localizam mais seu antigo lar, antes localizado no centro da cidade onde Ash e seus amigos estão. A partir daí, todos que invadem seu território são considerados inimigos, e eles iniciam uma destruição total por vários lugares onde passam.

Para enfrentar esta nova ameaça, Ash vai contar com a ajuda de Mewtwo, outro pokemon criado pelas mãos humanas, clonado através de um fóssil de Mew.

Quando vi o trailer desse filme, achei-o promissor. Não pelos combates, até porque, em matéria de luta, esse filme ganha dos últimos sem precisar de muito esforço, mas o que realmente me chamou atenção foi o retorno do primeiro lendário que marcou a história de Pokemon nas telonas. Mewtwo prometia ser muito mais foda agora, estando ao lado de Ash, só que houve ai uma grande decepção: O Mewtwo desse filme é totalmente diferente do antigo, e Ash não se lembra do episódio ao qual se encontrou com ele, até porque é como se ele fosse outro. Decepcionante! Eu fiquei esperando ver cenas do primeiro filme aqui, nos momentos de lembrança do personagem, e ai, cadê? Ela não aparece! E quando aparece são novas cenas, de uma nova história, com outro final! Admito: xinguei os diretores em silêncio... Mas xinguei! Quer dizer, eles acabam de destruir tudo que eu conhecia... Toda a minha infância, como puderam! PELO AMOR DE DEUS, FÃS DE POKEMON, NÃO VEJAM ESSE FILME!

O longa não alavancou o venda esperada, transformando-se assim em uma espécie particular de prelúdio para a nova temporada que já chegou as televisões americana (X e Y). E isto pode ser levado em conta como ponto positivo (um mínimo ponto, claro). O que realmente não deixa que você xingue tudo de uma vez, é o cenário impecável, elaborada pela computação gráfica. Nesse termo não ficou nada a desejar, tantos nas cenas que envolvem céu, quanto no mar. Tudo é recheado dos tons mais fortes e vibrantes que você pode imaginar, tomados de um realismo profundo e muito chamativo.



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