Cinema #69 - Uma Aventura Lego!



Gênero: Animação
Direção: Christopher Miller, Phil Lord 
Roteiro: Christopher Miller, Dan Hageman, Kevin Hageman, Phil Lord
Produção: Dan Lin, Roy Lee, Stephen Gilchrist 
Trilha Sonora: Mark Mothersbaugh 
Duração: 104 min. 
Ano: 2014 
País: Estados Unidos
Emmet (Chris Pratt) é uma figura LEGO perfeitamente comum e seguidora das regras, que é erroneamente identificado como uma pessoa extraordinária, essencial para salvar o mundo. Ele é recrutado por uma irmandade de estranhos para uma jornada épica com a finalidade de impedir um tirano, uma viagem para a qual Emmet está irremediável e hilariamente despreparado. Como companheiros dessa aventura, ele terá Vitruvius (Morgan Freeman), um velho místico, e a durona Lucy (Elizabeth Banks), que convoca o misterioso Batman (Will Arnett), com quem compartilha uma história do passado.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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★★☆☆☆


Eu já ouvi falar de filmes sem conteúdos, mas Uma Aventura Lego supera qualquer outro que tenha entrando nessa lista. Além de não possuir um enredo (porque mesmo depois de assistir eu continuo sem saber qual a lógica de tudo), ainda conta com tanto personagem que acaba por si perder em seus próprios conteúdos e temas.

Emmet (Chris Pratt) é uma figura LEGO perfeitamente comum e seguidora das regras, que é erroneamente identificado como uma pessoa extraordinária, essencial para salvar o mundo. Ele é recrutado por uma irmandade de estranhos para uma jornada épica com a finalidade de impedir um tirano, uma viagem para a qual Emmet está irremediável e hilariamente despreparado. Como companheiros dessa aventura, ele terá Vitruvius (Morgan Freeman), um velho místico, e a durona Lucy (Elizabeth Banks), que convoca o misterioso Batman (Will Arnett), com quem compartilha uma história do passado.





Achei o filme totalmente sem nexo algum, e sinceramente não entendi boa parte da trama. Mesmo sendo uma animação, sugiro que os produtores pesquisem filmes que tenham alguma mensagem a passar e não apenas um amontoado de aventura e lutas que fazem as crianças muitas vezes se apegar a história, mas que não transmitem um significado.

O protagonista em si não teve tempo para se mostrar, devido ao grande número de personagens que vão aparecendo no decorrer da história, o que de certa forma ofusca as características ou cenas que poderiam ter sido muito mais aproveitadas se exploradas do ponto de vista do principal. Altamente decepcionante, eu não indico que você saia de casa e gaste seu precioso dinheiro para assistir esta animação. Mesmo Lego fazendo parte da infância de diversas crianças, as pecinhas que antes não tinham vida, tem muito mais graça e lógica do que suas versões vivas, que são totalmente desconectadas de seus mundos e altamente confusas. O filme que era para ser uma aventura legal, gostosa e engraçada, perde em todos os sentidos citados, e exagera no humor negro, garantindo um teor meio autoajuda. E se quiser comprovar isso, basta visualizar no You Tube a musiquinha tema do longa, “Tudo é Incrível” que por si, provavelmente não se refere ao enredo deste filme, que de incrível não tem nada. 





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