Cinema #72 - Need For Speed!



Gênero: Drama
Direção: Scott Waugh
Roteiro: George Gatins, John Gatins
Elenco: Aaron Paul, Anthony B. Harris, Antoni Corone, Beth Waugh, Biff O'Hara, Cabran E. Chamberlain, Carmela Zumbado, Chillie Mo, Dakota Johnson, Demetrice Jackson, Diezel Ramos, Dominic Cooper, E. Roger Mitchell, Frank Brennan, Han Soto, Harrison Gilbertson, Imogen Poots, Jaden Alexander, Jeff Trink, Jill Jane Clements, Josh Turner, Kaily Alissano, Kanin Howell, Libby Blanton, Logan Holladay, Mahal Montoya, Mary Ellen Itson, Michael Keaton, Michael Rose, Nick Chinlund, Rami Malek, Ramón Rodríguez, Rick Mischke, Scott Ledbetter,
Tobey Marshall (Aaron Paul) herdou do pai uma oficina mecânica de modificação de carros. Ele também é um exímio piloto que participa de rachas. Um dia, o ex-piloto da Fórmula Indy Dino Brewster (Dominic West) o procura para que Tobey possa concluir um Mustang desenvolvido por um gênio da mecânica que já faleceu. Entretanto, a velha rixa entre eles faz com que disputem um último racha, que conta ainda com a participação de Pete (Harrison Gilbertson), grande amigo de Tobey. A corrida termina em tragédia devido ao falecimento de Pete. Considerado culpado pela morte, Tobey passa dois anos na prisão. Quando enfim é solto, ele organiza um plano para que possa participar de uma conhecida corrida do submundo onde Dino também correrá.

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AVALIAÇÃO PESSOAL
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Inspirado no mundo dos games de mesmo nome, Need for Speed, o filme, surpreendeu. Para quem esperava uma história vazia composta apenas por muita ação e carros velozes, o filme rendeu muito mais, apesar de seu enredo ter me lembrado vagamente o do primeiro filme da franquia de Velozes e Furiosos.

A trama tem sua centralização no personagem Tobey Marshall, dono de uma oficina que monta e modifica carros, além de ser um excelente piloto que volta e meia participa de rachas pela cidade. Tobey, porém, acaba se envolvendo com o ex-piloto de Fórmula Indy, Dino Brewster (vulgo fdp), que lhe oferece o trabalho de restaurar um Mustang desenvolvido por duas grandes marcas que acabaram se extinguindo. Apesar de dar a entender que os dois têm conflitos mal resolvidos, Tobey acaba aceitando o trabalho, já que precisava de dinheiro para manter a oficina, herdada de seu pai.

As coisas seguem seu rumo por um tempo, o carro é restaurado e vendido por um preço ainda mais alto que o combinado graças às habilidades automobilísticas de Tobey, que prova que o carro é capaz de atingir altas velocidades a contragosto de Dino, que havia proibido-o de dirigir o Mustang. Em um momento acalorado de discursão Dino desafia Tobey para um racha, a fim de provar que pode ser mais rápido que ele, tendo ainda a participação de Pete na corrida (amigo e ajudante na oficina de Marshall, além de ser um dos mais gatos do filme).

Porém a corrida acaba em tragédia, quando em um golpe sujo, Dino faz com que o carro de Pete capote, matando o jovem e posteriormente fazendo com que Tobey seja culpado pelo crime e levado a prisão. Daí em diante, a grande reviravolta do filme é a luta de Tobey para provar sua inocência, de maneira nem um pouco sutil.

Mais do que apenas cenas de velocidade e manobras arriscadas, o filme conta também com bastante comédia, além de algumas cenas inusitadas e uma leve aura de romance. Particularmente a versão me agradou, pois gosto do gênero, mas também por suas cenas cômicas que me fizeram chorar de rir dentro da sala de cinema.


Apesar de seu inicio ter sido bastante fraco, o diretor Scott Waugh soube conduzir o filme para um final incrivelmente promissor o que é uma proeza e tanto e devo acrescentar que foi uma surpresa muito boa ouvir o som do Linkin Park na trilha sonora do filme, com a música mais do que perfeita Roads Untraveled.



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