Cinema #110 - Homens, Mulheres e Filhos!


Título: Homens, Mulheres e Filhos
Gênero: Comédia, Drama
Direção: Jason Reitman
Roteiro: Chad Kultgen, Erin Cressida Wilson, Jason Reitman
Elenco: Chad Kultgen, Erin Cressida Wilson, Jason Reitman
Elenco: Adam Sandler, Ansel Elgort, Candace Lantz, Christina Burdette, Cody Boling, Colby Arps, Craig Nigh, Dan Gozhansky, David Denman, David Jahn, Dean Norris, Dennis Haysbert, Elena Kampouris, Emma Thompson, Helen Estabrook, Irene White, J.K. Simmons, Jake McDermott, Jaren Lewison, Jason Douglas, Jeff Witzke, Jennifer Garner, Jillian Nicole Jackson, Jon Michael Davis, Judy Greer, Kaitlyn Dever, Kaleb King, Karen Smith, Katherine C. Hughes, Kathrine Herzer, Kelly O'Malley, Luci Christian, Olivia Crocicchia, Phil LaMarr, Richard Dillard, Rosemarie DeWitt, Shane Lynch, Timothée Chalamet, Tina Parker, Tori Black, Travis Tope, Will Peltz
Duração: 119 min.
EstúdioParamount Pictures
 Sinopse
Filme conta a história de um grupo de adolescentes e de seus pais, que tentam lidar com as mudanças causadas pelo avanço da internet. Longa retrata questões sociais, como a cultura dos videogames, anorexia, infidelidade, busca da fama e proliferação de conteúdo ilícito na internet.



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AVALIAÇÃO PESSOAL
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Homens, Mulheres e Filhos... Este é um caso de título que não fala sobre a essência do longa. Um filme forte, com temáticas variadas que trata tudo com muita naturalidade, sem dispensar a visão madura e realística. Este longa, está muito longe de ser apenas um drama adolescente.

Na trama, somos apresentados a um grupo de personagens, cada um com sua problemática, desenvolvendo, vivendo e errando. Nele, conhecemos Tim, o garoto que a mãe abandonou, Brandy, a garota com mãe controladora; Don e Heleno casal com crise sexual no casamento e filho que apresenta problemas de ereção no ato “comum”; Alisson, a garota magra que se acha gorda e faz o impossível para tentar conquistar o cara que nunca lhe notou, e Donna, a mãe apoiadora, que torce para que a filha consiga um futuro brilhante, sem saber quais limites estabelecer. Cada um, com seu drama particular, interligados pelo destino e avanço humano.

Sem dúvidas, Jason Reitman deve se orgulhar desta sua obra prima. Homens, Mulheres e Filhos é um filme altamente crítico, que fala muito mais da humanidade do que se poderia esperar. Inspirado na obra de mesmo nome, o longa começa de forma que retome sempre a insignificância de nossa existência frente ao imenso universo, mas também reflete de maneira forte, a veracidade da importância que damos aos nossos atos, intercalando com os dramas familiares de cada personagem. Este ponto em particular arrecada os aplausos. A direção não só trabalhou excelentemente bem os temas centrais, como também intercalou perfeitamente os secundários, sem brechas ou reclamações. O filme irá tratar e criticar com ferocidade o universo virtual, seja pinicando os jogos onlines, ou as redes sociais. Para quem tem filhos pequenos, com certeza não é uma boa pedida, pelo menos, não ao lado deles. O longa está sempre retomando uma linguagem vulgar, e temáticas como sexualidade e visualização de conteúdos impróprios via internet são também alavancadas, sem contar na relação sexual do casal que citamos acima.



Reitman deu uma vida individual a todos os seus personagens, e embora os dramas tenham sido efetivos em seus papeis, gostaria que uma maior centralização tivesse sido dada a Tim, interpretado pelo ator Ansel Elgort, e Brandy, interpretada pela atriz Kaitlyn Dever. Sem duvidas, as temáticas individuais destes personagens foram as mais chocantes, não só pela maneira como retratadas, mas pela veracidade que seus atores passam aos telespectadores. Sandler, mesmo em grande nome no elenco, não ofusca o brilho que os dois ganharam, pelo menos não a mim. O que claro, não apaga o fato da maturidade do ator, frente a tantos personagens de comédias aos quais participou.

As críticas no filme estão tão vivas que é possível visualizar os pensamentos de seus coadjuvantes, através de janelas de redes sociais ou sites de internet, reforçando a visão de o novo ser humano, aberto para a rede. Mas a gama sentimental do filme é seu ápice. Com excelentes interpretações e tiradas de uma sensibilidade assustadora, Reitman conquista pontos, mesmo com toda a apelação sexual, tratando temas polêmicos e verdadeiros de uma maneira particularmente atrativa e emotiva.

 


5 comentários

  1. Olá
    adorei o post sobre o filme, não sabia do filme, mas quando falou comedia eu já me empolguei, rsrs, o titulo é bem legal, vou arrumar um tempo para eu ver
    Bjks
    Passa Lá No Meu Blog Pleas - http://ospapa-livros.blogspot.com.br/

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  2. Já tinha ouvido falar sobre o filme, assisti o trailer umas duas vezes acho. Quando vi que tinha o Ansel surtei kkkkkkkk Mas até hoje ainda não assisti. Faculdade, outros livros, o blog, séries, tudo foi ocupando espaço e acabei me esquecendo do filme. Mas depois da sua resenha, a vontade ressurgiu e pretendo assistir o quanto antes!!!! Beijos
    (Ansel, não faz essa carinha. EU notaria se você desaparecesse <3 )
    http://chuvacobertaelivros.blogspot.com

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  3. Olá!
    Nunca tinha ouvido falar desse filme, mas com certeza vou procurá-lo para assistir nas férias :D

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  4. Gostei da temática! Vou assistir com certeza!
    SUA ESTANTE

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  5. Eu nunca havia lido nenhuma crítica desse filme, mas fiquei bem impressionada com a sua! O nome realmente não me chamou atenção ao ponto de querer assistir, mas agora vou dar prioridade a ele pois são temas que realmente precisam ser tratados hoje em dia.
    Obrigada pela dica ;)

    Beijo,
    http://portaoazul.blogspot.com.br/

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