Cinema #120 - Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros!





Título: Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros
Gênero: Aventura
DireçãoColin Trevorrow
RoteiroColin Trevorrow, Derek Connolly
ElencoAndy Buckley, BD Wong, Brian Tee, Bryce Dallas Howard, Chloe Perrin, Chris Pratt, Divine Prince Ty Emmecca, Eddie J. Fernandez, Gary Weeks, Irrfan Khan, Jake Johnson, Judy Greer, Katie McGrath, Lauren Lapkus, Matthew Cardarople, Nick Robinson, Omar Sy, Ty Simpkins, Vincent D'Onofrio
Duração: 126 min.
EstúdioAmblin Entertainment / Universal Pictures
 Sinopse
O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. No entanto, uma delas logo adquire inteligência bem mais alta e se torna uma grande ameaça para a existência humana.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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Para um filme de dinossauros, até que esse foi legal!” Ou pelo menos é assim que eu poderia descrever. Jurassic World não é lá uma grande fera e nem ao menos faz parte do topo da minha lista de filmes “legais”, mas com certeza oferece divertimento, cenas dramáticas (ao meu ver até demais, sendo apelativas) e efeitos visuais extraordinários. Como disse, para um filme de dinossauros, isso é provavelmente o máximo que se pode oferecer.

No quarto filme da série iniciada lá nos anos de 1993 (um antes de eu nascer *-*), vemos o crescimento da tecnologia e os avanços que a humanidade conseguiu para o funcionamento de um parque interativo que trás como atração as criaturas mais temíveis e atrativas da Terra: dinossauros. Dotado de uma variedade, Claire (Bryce Dallas Howard) se senti feliz com seu trabalho na administração do parque que está cada vez mais famoso. E é tendo esses certos privilégios que a faz convidar seus dois sobrinhos, Gray (Ty Simpkins) e Zach (Nick Robinson) (núcleo drama do filme), a conhecer as atrações do Jurassic World.

 

O parque, porém, está inovando. Para avaliar uma nova atração, um dinossauros hibrido, Owen (Chris Pratt) é chamado para conhecer a fera e tentar adestrá-la. Mas a criatura era mais inteligente do que eles poderiam imaginar, e em uma investida sagaz escapa da jaula e começa a trucidar todos a sua frente. O parque que deveria ser um divertimento vira um verdadeiro pandemônio, e o único objeto é sobreviver a estas feras incontroláveis, soltas ao seu redor.

Jurassic World tem um planejamento sequencial bem semelhante aos outros filmes da franquia, o diferencial talvez seja nos efeitos de última geração, os dramas pessoais dos personagens e um maior enforque romântico dos dois protagonistas. O que não é ruim, pelo contrário, foi realmente um bom aproveitamento. Colin Trevorrow conseguiu provavelmente atingir a meta que esperava para seus telespectadores. O filme está recheado de cenas de ação, criaturas apavorantes e ao mesmo tempo magníficas, e um foco ainda maior na brutalidade violenta dos ataques. Não espere censura. O longa apresenta diversas cenas de sangue, e também tem um lado emotivo, apesar de não muito explorado, frente a todo foco da trama em combates e aventura.

Outro diferencial que o filme trouxe foi tratar um lado mais sombrio dos próprios humanos, viabilizando os dinossauros como boas armas, envolvendo uma briga interna na própria gerencia do parque. Neste ponto, o filme pode até parecer crítico a própria humanidade, que fecha-se na visão de usar e explorar tudo que lhe é possível. O que fica claro exatamente ao telespectador é o apelo e o atrativo para os próprios dinossauros. A grande inovação dessa nova geração é a mistura que os animais possuem com outros bichos da nossa atualidade, e o desenvolvimento de espécies que antes não foram exploradas, como o dinossauro aquático, uma das grandes atrações do Jurassic World.


Apesar do filme não ser romântico, pela interpretação de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard deu para notar uma certa química, que em momento algum pareceu forçada. A lógica do relacionamento que nasce entre os dois e bem concreta, e embora não muito explorada, pode vir a ser uma boa temática para se tratar em futuros filmes da série. O par romântico ganha nossa paixão logo nos primeiros instantes quando os dois mais parecem quererem se matar ao invés de se beijar. E o mesmo pode-se dizer da dupla de irmãos, que também protagonizam o longa. Apesar de trabalhar algo mais familiar e tocante, como a relação dos dois, o filme não perde um só instante para observar mais essa relação, enquanto que a interação entre eles acontece sempre no meio de uma cena sufocante ou um momento de suspense.

Como disse, não vá assistir o longa esperando grande aprendizagem ou algo mais elaboradamente cientifico. Jurassic World é uma boa diversão com uma dose bem leve de suspense, e pode render até gargalhadas, mas fique ciente que no momento seguinte você vai estar gritando ou se assustando com algum dinossauro que comeu o figurante em cena.


4 comentários

  1. Muito legal a resenha! Nunca assisti a nenhum JP mas por esse último fiquei bastante curiosa!
    boa semana ^^

    Red Behavior

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  2. Oi David!
    Pois é…eu também não consigo esperar muita coisa de um filme sobe dinossauros. Acho que só assisti o primeiro da franquia e confesso que não morri de amores, por isso esse nem me interessou, mesmo você dizendo que rende um bom entretenimento.
    PS: ri muito da última frase da sua resenha, rsrs
    Beijos,
    alemdacontracapa.blogspot.com

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  3. Ola amigo tudo bom?
    Então, eu não gostei desse filme como gostei de Jussaric Park. Não tem nem comparação!

    bjus
    http://acidadeliteraria.blogspot.com

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  4. Olá, David, tudo bem?
    Acredita que eu ainda não vi? Pois é, mas pretendo.
    Gostei muito dos pontos positivos e negativos que ressaltou. Espero gostar ao assistir.
    Até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

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