Cinema #127 - Peter Pan!





Título: Peter Pan (Pan 2015
Gênero: Aventura
Direção: Joe Wright
Elenco: Aaran Mitra, Aaron Monaghan, Adeel Akhtar, Adnan Mustafa, Alexander Bracq, Amanda Seyfried, Ami Metcalf, Amy Morgan, Anastasia Harrold, Andres Austin Bennett, Ben Smith, Cara Delevingne, Chris Marchant, Clem So, Deborah Rosan, Debra Leigh-Taylor, Emerald Fennell, Gabriel Andreu, Garrett Hedlund, Harry Lister Smith, Hugh Jackman, Jack Charles, Jack Lowden, Jacob Greener-Tofts, Jamie Beamish, Jamie Wilson, Jimmy Vee, Joe Kennard, Julian Seager, Kathy Burke, Kurt Egyiawan, Kwame Augustine, Leni Zieglmeier, Levi Miller, Lewis MacDougall, Nicholas Agnew, Nicholas Marshall, Nonso Anozie, Oliver Payne, Oscar Hatton, Paul Kaye, Phill Martin, Rafael Pereira-Edwards, Rooney Mara, Spencer Wilding, Tae-joo Na, Tomislav English
Roteiro: Jason Fuchs
Produção: Greg Berlanti, Paul Webster, Sarah Schechter
Duração: 111 min.
EstúdioBerlanti Productions
 Sinopse
Filme sobre a origem do personagem Peter Pan, menino que não queria crescer. O longa acompanha a chegada do jovem órfão à Terra do Nunca, onde se envolve em uma grande rebelião para salvar os nativos de um grupo de piratas, liderados por Barba Negra (Hugh Jackman) que querem dominar o local.


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AVALIAÇÃO PESSOAL
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Peter Pan foi uma produção tendenciosa, que cumpriu bem a este papel. Além de contar um lado da história que não conhecíamos, a magia que já vivemos tantas e tantas vezes, retornar, em cenas de pura ação, ilustrada por efeitos legais e cenários deslumbrantes. Para os amantes do conto, este é mais um reconto imperdível para você ver.

Há muito tempo atrás, uma perigosa guerra entre o povo das fadas e o povo pirata foi travado. Barba Negra, com sua ganância pela imortalidade, queria a todo custo matar todas as fadas da Terra do Nunca para adquirir o pó de pixie capaz de lhe manter jovem para sempre. Um improvável relacionamento entre o príncipe das fadas e uma humana prisioneira gerou um fruto, este fruto foi batizado de Peter. E este menino, segundo a profecia, seria o único capaz de parar as maldades do pirata.

Peter foi levado ao humano ainda bebê, onde sua mãe o deixou em um orfanato, prometendo reencontrá-lo, presenteando-o com uma flauta de , objeto que serviria para identificá-lo quando um dia retornasse ao seu lar. Infelizmente, essa volta não acontece no momento mais oportuno. Peter é capturado pelos piratas e fica frente a frente com o vilão Barba Negra, o que ele não sabe, é que seu destino e o do pirata estão mais interligados do que pode pensar, e buscando salvar seus novos amigos da opressão deste tirano, o menino se junta a princesa Tigrinho, líder os aldeões protetores das fadas, e ao misterioso prisioneiro, James Gancho, para proteger o mundo que seus pais tanto prezavam. 

Inteligentemente arquitetado, a trama criada por Jason Funch refaz o famoso conto de J.M. Barrie muito antes dela realmente se realizar. Na habitual contagem onde vemos o menino que nunca quis crescer lutar contra seu arqui inimigo Capitão Gancho, desta vez se inverte, e conhecemos a história antes de tudo isso acontecer. Gancho agora é um dos mocinhos, e Peter, que nos deslumbramos na interpretação de Levi Miller, não é tão espirituoso quanto seus antecessores. Pelo contrário, os personagens se apresentam de maneira mais humana, sem todo aquele fundo sobrenatural, e embora o cenário do filme seja totalmente voltado ao fantástico, é a personalidade desses personagens que torna tudo o mais natural possível. Exploramos pontos não explorados e mergulhamos mais profundamente em como tudo começou.



A interpretação de Hugh Jackson como Barba Negra também foi bem atrativa, embora não tão divertida quanto a de Garrett Hedlund, que provavelmente roubou a cena de Miller, se tornando um protagonista por quem gostaríamos de torcer. O enredo estruturou bem todos os personagens e deu encaixe para que o central da história original não fosse modificado, e embora, seja uma exigente pedida uma continuação, para explicar como nasceu a inimizade de Peter e Gancho, acreditamos que a direção cumpriu bem seu papel de entreter e cativa.

O longa também trabalha questões como romance individual dos personagens, temáticas como amizade e amor familiar, e tem até mesmo uma tonalidade mais sombria em determinados momentos, levando o telespectador aos suspiros, temendo o passo que acontecerá na próxima cena. Sem dúvidas Peter Pan foi mais uma excelente pedida que saiu em 2015, e é diversão garantida não só para as crianças, quanto para os adultos que quiserem se aventurar.



Um comentário

  1. Estou maluca para ver esse filme e sempre que aparece uma horinha, algo atrapalha e não vejo, agora fiquei com mais vontade ainda. Uma das metas para o próximo ano será ver esse filme!! kkk

    Beijoos.

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