13 julho 2017

Cinema #35 - Os Smurfs e a Vila Perdida!





Título: Os Smurfs e a Vila Perdida
Gênero: Animação
Direção: Kelly Asbury
Elenco: Alan Mechem, Danik Thomas, Danny Pudi, Demi Lovato, Gabriel Iglesias, Gordon Ramsay, Jack McBrayer, Jake Johnson, Jeff Dunham, Joe Manganiello, Kelly Asbury, Mandy Patinkin, Meghan Trainor, Melissa Sturm, Patrick Ballin, Rainn Wilson, Tituss Burgess
Roteiro: Chris Poche, David Ronn, Jay Scherick, Karey Kirkpatrick, Pamela Ribon, Peyo
Produção: Jordan Kerner, Mary Ellen Bauder
Duração: 90 min.
Estúdio: Columbia Pictures / Kerner Entertainment Company / Sony Pictures Animation / Village Roadshow Pictures
 Sinopse: Smurfette sofre uma crise de identidade após perceber que todos os homens do vilarejo possuem uma função na comunidade, com exceção dela, que é a única mulher. Então, ela resolve ir em busca de novas aventuras e acaba encontrando uma mágica floresta, com criaturas nunca antes vista, mas sua trajetória se torna arriscada depois que o vilão Gargamel começa a perseguí-la.

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AVALIAÇÃO PESSOAL
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Depois da falha da fatal de trabalhar esses personagens misturando animação com interpretação real, acho que Hollywood finalmente acertou em como conduzir um longa com as criaturinhas azuis mais paparicadas do mundo. 'Os Smurfs e a Vila Perdida' é uma animação empoderada, que me agradou não só na dose do humor, como também nas mensagens que traz, sendo super atual e muito bem contextualizada.

A vila Smurf sempre foi um lar para todas essas criaturas mágicas a azuis que fogem do temido mago Gargamel. Formada por homens, cada Smurf tem sua própria peculiaridade, o que o batiza como único. Mas esse equilíbrio é quebrado quando Gargamel cria um ser diabólico que deve capturar os Smurfs. Smurfette acaba indo até a vila a mando de seu criador, mas lá é encantada e transformada pelo Papai Smurf, juntando-se ao grupo. Infelizmente, diferente dos demais, ela nunca encontrou seu verdadeiro local dentro desse mundo cercado de garotos, e também não despertou nenhuma peculiaridade somente sua. Quando uma busca perigosa para descobrir quem ela realmente é a leva a uma floresta ainda mais nefasta, Smurfette com a ajuda de seus amigos encontram uma nova vila Smurf cheia de segredos... E aparentemente correndo perigo, pois Gargamel e seus ajudantes se aproximam.


Como já adiantei no inicio dessa crítica, essa animação me agradou muito. A primeira vista passou batida devido a minha decepção com os filmes anteriores da franquia 'Smurf', mas acho que a direção finalmente acertou no roteiro. Dirigido por Kelly Asbury, 'Os Smurfs e a Vila Perdida', é um desenho completamente feminista, empoderando as mulheres e valorizando mensagens positivas e bonitas, que realmente fazem gosto assistir, seja pelo humor muito bem aplicado, seja nas cenas de aventura e pura adrenalina.

O primeiro ponto mega positivo pra mim nessa história foi os diretores explorarem realmente as raízes do desenho, colocando Smurfette como um ponto chave dentro do roteiro. Seu envolvimento com a trama, suas falas, suas transformações e decisões são interessantes e inesperadas, de forma que isso me agradou e me envolveu a cada cena, mantendo a curiosidade para o desfecho. E que final. Muito emotivo e bem elaborado. Eu pelo menos achei. 



Mais que um passatempo, a animação leva a mensagem de que o lugar ao qual você pertence é aquele onde as pessoas ao seu redor se importam e gostam de você. E que você não precisa se moldar igual aos outros para ser feliz. Ambas mensagens, sem dúvida, me tocaram muito e com certeza está mais que indicada para que todos assistam e se encantem com esse visual 3D muito belo de se apreciar. A computação gráfica nos personagens ficou fantástica e os cenários são realmente de tirar o fôlego. 'Os Smurfs e a Vila Perdida' é a pedida certa para boas gargalhadas e mensagens bonitas.


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